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Eu vivo a perder o que escrevo. Largo pela casa, acaba no lixo ou em páginas aleatórias de cadernos esquecidos. Acaba que me perco também, um pouquinho a cada dia. A cada letra desperdiçada, é um pedaço meu que se perde no que poderia ter sido.
“Sentou-se alarmada e então viu Rebeca na cadeira de balanço, chupando o dedo e com os olhos fosforescentes como os de um gato na escuridão. (…) Era a peste da insônia.”
Eu vivo a perder o que escrevo. Largo pela casa, acaba no lixo ou em páginas aleatórias de cadernos esquecidos. Acaba que me perco também, um pouquinho a cada dia. A cada letra desperdiçada, é um pedaço meu que se perde no que poderia ter sido.
July 8th, 2007 at 10:22 pm
olha que o backup do bandolo está em dia … do que vem pra cá não se perde nada …
–saff
July 8th, 2007 at 10:28 pm
Que pena…
July 9th, 2007 at 5:01 am
=*
July 9th, 2007 at 8:03 am
Não deixa…
July 9th, 2007 at 9:58 am
Eu perco enquanto passa do lado esquerdo pro lado direito do cérebro.
July 9th, 2007 at 11:49 am
Não querida, vc é muito mais…
Beijos