Palavra desenhada, de quem fala sonhos redondos ao pé do ouvido.
Assim, como as palavras e os sonhos, existem músicas que foram feitas para serem ditas no limite entre a orelha e a nuca. Existem músicas que eu cantaria sussurrando, se pudesse cantar.
“this is how it works
you’re young until you’re not
you love until you don’t
you try until you can’t
you laugh until you cry
you cry until you laugh
and everyone must breathe
until their dying breath
this is how it works
you peer inside yourself
you take the things you like
and try to love the things you took
and then you take that love you made
and stick it into some–
someone else’s heart
pumping someone else’s blood
and walking arm in arm
you hope it don’t get harmed
but even if it does
you’ll just do it all again”
7 responses so far ↓
1 Lua // Jul 13, 2007 at 6:39 pm
exitem momentos e palavras que eu gritaria… musicas que sentiria… mas um dia quem sabe sussuraria elas novamente… beijos
2 Selph // Jul 16, 2007 at 7:08 pm
Música é um sentimento. sem mais.
3 sacanitas // Jul 17, 2007 at 12:18 am
musica maravilhosaaaa, na voz da spektor entao… ai ai
beijos bel
4 Fábio Valentim // Jul 17, 2007 at 11:44 am
Apesar do meu inglês enferrujado, mas deu pra entender a forma que os versos foram desenhando um vaso de alabastro. Parabéns. Beijos.
5 maíra souto maior // Jul 19, 2007 at 10:29 am
e eu teno o que falar sobre isso?! rs.
lindo.
6 andy // Jul 20, 2007 at 11:14 am
meu inglês é analfabeto =(
nem todo mundo fez ingrêis na skill, né, Izabelzinha?
bjo.
7 Naeno // Jul 25, 2007 at 10:32 am
NOITE
É quando a noite se deita
Lentamente e preguiçosa
Sonolenta, vagarosa
Feito um imenso lençol
Agasalhando a cidade
O sono dos habitantes
Seus desejos e saudades
Tão protegidos do sol.
É quando a noite se deita
Despertando a solidão
Que estava adormecida
No aconchego do amor
É quando o escuro espreita
No breu da escuridão
Toda tristeza escondida
Em cada dobra da cor
É nesse encantado instante
É nessa nesga de tempo
Que se vê o diamante
Que brilha em todo olhar
E tem um fulgor distante
Que fustiga o pensamente
E deixa um ar radiante
Que faz a noite acordar.
É quando a vida adormece
Sob essa noite encantada
Que tudo e nada acontece
Na solidão da calçada
Quando a tristeza se aquece
No frio da madrugada
É quando a ausência cresce
Numa alegria velada.
Um beijo
Naeno
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